J&F Investimentos é do POVO BRASILEIRO

J&F Investimentos é do POVO BRASILEIRO

A RECUPERAÇÃO DE ATIVOS DESVIADOS E PRODUTO DE CRIME NO ÂMBITO DA OPERAÇÃO “LAVA-JATO”, ASSIM COMO AS MULTAS BILIONÁRIAS COBRADAS DAS EMPRESAS CORRUPTORAS EM AJUSTES DE LENIÊNCIA, DEVEM SER REVERTIDOS UNICAMENTE PARA OS FUNDOS NACIONAIS DA SAÚDE, EDUCAÇÃO E GARANTIA POR TEMPO DE SERVIÇO, TORNANDO-OS SOBERANOS E EVITANDO REALIMENTAÇÃO DO CICLO DE CRIMES CONTRA O ESTADO, VIA ESTATAIS.

Saibam de quem cobrar:

Rodrigo Janot, Procuradoria Geral da República, fone: 61-3105-5100, http://www.mpf.mp.br/para-o-cidadao/sac (“Sala do Cidadão”)

Gilvandro Vascocelos Coelho de Araújo, Presidente do CADE, fone: 61 – 3221 8404 / 8405, e-mail:

Delegado de Polícia Federal Luiz Roberto Ungaretti de Godoy, Diretor do Depto. de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional – DRCI,  fone: 61 2025.8900 / 8901, e-mail: drci@mj.gov.br

Raimundo Carreiro, Ministro Presidente do TCU, fone: 61-3316 7417, e-mail: gabpres@tcu.gov.br

Ministério da Transparência, https://esic.cgu.gov.br/sistema/site/index.html (acesso a informação), https://sistema.ouvidorias.gov.br/publico/Manifestacao/RegistrarManifestacao.aspx (ouvidoria)

“O Açougueiro” era a forma de denominar um dos irmãos Batista, filhos de açougueiro comum em Anápolis/GO há cerca de vinte anos.

Amador Aguiar com parte do ensino fundamental, Antônio Ermírio de Moraes e sua formação exemplar de engenheiro pela USP e autodidata inveterado, Steve Jobs ou Bill Gates com suas genialidades inovadoras e produtos únicos que revolucionaram gerações de empresas e usuários domésticos com a tecnologia de informática disseminada em todas as áreas de produção. Enfim, exemplos não faltam de grandes realizações empresarias e fortunas correlatas, das mais diferentes áreas de atuação e com origens múltiplas de formação e personalidades, mas todos sempre com uma variável em comum: MUITO TEMPO DE TRABALHO para alcançar o apogeu de seus respectivos e merecidos impérios.

Em contraponto de apenas parcos 14 anos resultantes de 3 mandatos e meio no executivo federal, essencialmente nos governos Lula e Dilma, este o quase instantâneo crescimento da empresa líder do maior grupo privado do país na atualidade: JBS, realizando suas aquisições de empresas concorrentes e complementares em série frenética. As adquiridas ou incorporadas eram os negócios de empresários na inglória disputa com um gigante sócio oculto, ameaçador a destruir sua competitividade, capitalização e presença de mercado: o Estado brasileiro atuando como agente econômico a favor dos irmãos Batista, inescrupulosos e sem caráter algum para aceitar o enriquecimento ilícito bancado por todos os recursos arrecadados de nosso suado trabalho ano a ano, irrigando o poço do Tesouro Nacional para deste ser canalizado em verdadeiro “gato federal” de furto da poupança pública, via ardil e dissimulação continuados, através das taxas negativas cobradas pelo BNDES em “projetos de investimento” no JBS e suas empreitadas.

Atuei oficialmente investigando a falência da Chapecó juntamente com o Ministério Público de Santa Catarina, possível verificar-se agora o quão maquiavélica era a missão do banco de desenvolvimento dos amigos do poder, ao capitalizar empresas semi-falimentares que pouco depois eram encampadas pelo atual J&F para ocultar empréstimos sem amparo técnico de viabilidade e garantias.

Assim foi se seguindo a “épica história” de um grupo de faz de conta, com dois empresários medíocres que só tinham um atributo essencial: vender a própria alma a qualquer um e a qualquer preço, para o projeto de poder eterno do PT e para quase 30 partidos de ideologia nula sobreviverem décadas com financiamento espúrio e nada representar dos anseios de seus supostos eleitores. A desfaçatez, despreparo empresarial sério e malandragem são tamanhos, que o executivo de primeiro escalão do grupo: Ricardo Saud, formalmente declara nas sórdidas audiências no MPF que “doavam propina”, o mesmo injusto grave de um bandido narrar ao Delegado ou Juiz que “doava periodicamente tiros na cabeça de vítimas”, ou “ataques às genitálias de vítimas menores”.

Os cerca de 15 bilhões de estimativa preliminar a merecer auditoria externa célere e profunda no BNDES, somente ao “J&F Investimentos”, devem ser devolvidos ao povo e para não haver perda de riqueza e dos empregos gerados – estima-se que o “grupo de malfeitos” possua 260 mil empregados em todas as suas unidades pelo mundo -, sua participação deve ser dissecada e leiloada a todos os empresários originários que perderam seus negócios, como sócios gestores de participação pouco mais elevada no capital, distribuindo-se as ações entre funcionários e para os fundos públicos que deveriam e ainda podem ser soberanos: Fundo Nacional de Saúde, Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação e FGTS.

As caixas pretas do BNDES assim como do Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, precisam ser abertas e entre outros luminares empresários de minuto, verificando-se como em meio a empresa seculares na construção civil desponta uma “MRV”, com empréstimos e avaliações não auditadas e com comitês de crédito engessados por ingerência externa, derramando fundos incessantes de grande monta via BB a seus empreendimentos.

Segue a lista de marcas e de empresas do grupo J&F a serem conhecidas por todos:

Lista das empresas do grupo dos irmãos Batista:

Proteína animal:

Frigorífico Swift

Anglo
Bordon
Excelsior
Frangosul
Friboi
Seara

Laticínios:
Amélia
Carmelita
Danúbio
Doriana
Faixa Azul
Franciscano
Leco
Mesa
Serrabella
Vigor
Itambé

Limpeza (Flora):
Lavarte
Minuano
Assim
Mat Inset
No Inset
Fluss
Brisa
Lavarte
Boa Noite

Cosméticos (Flora):
OX
Neutrox
Francis
Hydratta
Albany
Protege
Karina
Phytoderm

Outros:
Funpet (ração para animais)
Alpargatas (Havaianas, Timberland, Mizuno, Osklen, Sete Léguas, Dupé)
Banco Original
Canal Rural
Rádio Rural (emissora de rádio que transmite música nativista em Porto Alegre)

Em um primeiro momento, tão somente para mostrar nossa força de mercado consumidor consciente e unido, devemos boicotar a compra das marcas vinculadas a essas empresas, gerando repercussão mundial, mas sem que o transtorno perdure a ponto de causar danos indiretos à nossa própria economia, com demissões e perdas de arrecadação. Posteriormente, exigir que as instituições públicas de controle e correção de rumos nefastos no mercado, ajam em consonância com nossas legítimas demandas: CADE, MPF, DRCI, Ministério da Transparência, TCU, de modo a concluir a imperativa convergência dos recursos derivados de multas judiciais, administrativas e recuperação de ativos internos e externos produto de crimes, para recém alçados FUNDOS SOBERANOS DO BRASIL: FNS, FNDE, FGTS.

Via CADE e como efeitos das decisões judiciais de condenação, juntamente com a PGR, deverá haver fatiamento do grupo “J&F” para os moldes anteriores às aquisições e incorporações fraudulentas, devolvendo-se o controle de gestão aos antigos empresários alijados da competição capitalista que o Estado Brasileiro sempre evitou em sua sana por intervenção corrupta.

Não podemos permitir como povo também soberano o retorno deste montante bilionário que nos pertence, para os caixas promíscuos das estatais fonte do eterno e aprimorado ciclo de crimes contra a Administração e o Erário.

 

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