Categoria: Pensamento

Você conhece?

Você conhece?

Esse carinha aí estremece premiados no Nobel de economia, políticos poderosos e gênios da tecnologia.

Perto de seus 25 anos, o russo educado no Canadá em escola para intelectos super dotados, filho de programador, é VITALIK BUTERIN.

Criador, com apenas 19 anos, da plataforma descentralizada de processamento e segurança mais valiosa da atualidade: ETHEREUM BLOCKCHAIN, avaliada no mercado em algo próximo de 200 bilhões de dólares, em vista do seu potencial de transações e aplicações comerciais futuras.

Assim como o BITCOIN e sua rede em cadeia de pacotes seguros, interligados cronologicamente e distribuída em milhares ou até milhões de computadores de usuários, o ETHEREUM tem sua própria cryptomoeda, o ETHER (ETH), na cotação de hoje equivalente a R$725,89.

O diferencial desta rede blockchain é a sua vocação e infraestrutura voltadas para livre criação de aplicativos, principalmente os contratos inteligentes. Uma ideia transformadora para governos e economia mundial, por quebrar padrões para trocas financeiras e controles registrais.

Comparado aos gênios da tecnologia: Bill Gates, Steve Jobs, Jeff Bezos, Elon Musk, um precoce bilionário com a diferença de mais se preocupar com algoritmos e matemática computacional, do que com fortuna pessoal.

Quem se lembra dele?

Quem se lembra dele?

Há 45 anos tivemos nosso primeiro celular funcionando no Brasil e em 1999, a antiga estatal Telesp ofertava a primeira linha celular pré-paga.

Já se vão 20 anos que esta modalidade comercial ajudou a disseminar a telefonia a praticamente todo cidadão brasileiro. Não por coincidência e sim por premeditada fragilidade de controle que amplifica muito as vendas, quase todas as famílias no país têm ao menos um integrante, vítima de golpes por mau uso de dados qualificativos na ativação de contas “bombinhas”, usadas para as mais variadas espécies de ilícitos penais.

O interesse econômico das operadoradas, a leniência da agência de controle e a inoperância completa dos legitimados para ações em defesa de interesses difusos e coletivos dos consumidores, somaram perdas bilionárias.

Honrosa exceção seja divulgada quanto a vitórias e lutas constantes do ora enfraquecido IDEC: Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor, na presidência de Marilena Lazzarini.

Perdeu e ainda perde muito o consumidor com prejuízos econômicos diretos e toda sorte de complicações burocráticas, para provar inocência em transações intermediadas por terminais pré-pagos em seus nomes.

Perde a sociedade com a proliferação de crimes contra o patrimônio e contra a vida, sem solução sob camuflada titularidade das vitimas.

Somente agora uma primeira iniciativa, mais do que tardia da ANATEL, em exigir confirmação de cadastros dos titulares de terminais pré-pagos. Dada a baixíssima eficiência das políticas da autarquia, não raro criar-se mais um grande incômodo ou vitimização secundária aos consumidores, com novas brechas para os bandidos sempre adaptáveis.

Falsos Profetas Contemporâneos

Falsos Profetas Contemporâneos

O país engorda freneticamente uma legião de milhões de incautos esperançosos nos novos “mitos” e “profetas”. Únicos setores com crescimento consistente e lucratividade recorde, são os da “venda de esperança”, alguns criando valor em formação suplementar, mas em sua maioria ancorados somente no “vaporware”: comércio de fumaça.

Desesperança, desalento, desemprego e demais substantivos de prefixação negativa, aliados à nossa cultura secular da espera de salvadores, ordenadores de privilégios, faz com que tenhamos volume escandalosamente desproporcional de palestrantes, especializações, cursos livres, mentorias, tutorias, coaching, etc.

Muito oportunismo e pouquíssimo conteúdo gerador de valor é veiculado nestes serviços que em muito se aproximam das fés religiosas, com a diferença de objetivar lucro.

Tem alvo potencial justamente nos angustiados sem oportunidade digna de trabalho, de remuneração justa por experiência e formação adquiridas, o que o Brasil infelizmente tem sido pródigo em multiplicar.

Perpetuam ideário da soma de informações dissonantes, tipicamente piegas na autoajuda, sabedores de antemão que só cerca de 1% será bem sucedido, por méritos próprios.

Concurseiros, tutelados, curatelados e audiência de palestras sem fim, pela designação com semântica dúbia – modismo versos instituto jurídico – gastam milhares de reais individualmente a fundo perdido, alinhando-se à condição de interdição total ou parcial previstas no Direito para tal neologismo.

Ganhar rios de dinheiro às custas do desespero alheio não casual, mas estrutural derivado da estagnação econômica crônica do país, empobrecendo ou endividando ainda mais indivíduos e famílias, atenta contra qualquer conceito de moral.

Venda de ilusões financeiras, intelectuais, de empregabilidade, de forma preordenada e travestida de cursos, afiliação, correntes, entre outras dissimulações ou artifícios subliminares, agrava a crise de valores invertidos e a baixíssima produtividade no país.

Só evolui ou progride quem cria valor concreto em ambiente saudável ao empreendedorismo, aliando-se boa dose de sorte ou força do destino, como queiram.

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